Étiquettes

Quis-me ler a minha sina
Uma cigana qualquer
Minha sina que me importa
Será o que Deus quiser

Mas ela teimou e disse
Que triste sina, coitada
Não lutes, não vale a pena
Serás sempre desgraçada

Desde então já não me oponho
Á minha sorte mofina
Deixo andar, deixo correr
Pois que hei-de fazer ? É a sina